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Auditório da Defensoria Pública recebe nome de defensora em homenagem póstuma

O auditório Rejane Iara Snidarsis, localizado na sede administrativa da Defensoria Pública de Mato Grosso, foi reinaugurado na sexta-feira (18/12) em cerimônia que antecedeu a posse do defensor público geral, Clodoaldo Queiroz, para o biênio 2021/2022
Márcia Oliveira | Assessoria de Imprensa da DPMT

Defensora pública Rejane Iara Snidarsis recebe homenagem póstuma ao ter seu nome usado para denominar auditório da DPMT - Foto por: Bruno Cidade
Defensora pública Rejane Iara Snidarsis recebe homenagem póstuma ao ter seu nome usado para denominar auditório da DPMT
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A homenagem póstuma prestada à defensora pública Rejane Iara Snidarsis, que desde sexta-feira (18/12) empresta seu nome ao auditório da Defensoria Pública de Mato Grosso, emocionou aos presentes na cerimônia, quando um pouco de sua personalidade descrita como vivaz, forte e alegre foi rememorada. O auditório da sede administrativa do órgão foi reinaugurado antes da posse do defensor público-geral, Clodoaldo Queiroz, para o biênio 2021/2022.

Rejane faleceu no dia 06 de fevereiro de 2020, aos 51 anos, em São José do Rio Pardo, sua cidade natal, depois de lutar contra um câncer. Mas nos colegas e no filho, Gabriel, deixou a lembrança de sua postura de coragem e felicidade.

“A defensora Luciana Decesaro destacou que Rejane nos ensinou que a vida pode ser leve, que podemos ser alegres até mesmo na dor e que devemos viver intensamente cada instante dessa existência, pois a vida é breve”, relembrou a segunda subdefensora pública-geral, Gisele Chimatti Berna, ao prestar a homenagem.

Rejane foi nomeada para ocupar o cargo de defensora pública em Mato Grosso no ano de 2014 e atuou em várias comarcas, entre elas a de Juara e Sorriso. “Ela era uma pessoa extremamente dedicada, incansável na defesa da população carente, sua beleza e alegria contagiavam a todos que conviviam com ela. Profissional gabaritada, trabalhava com afinco e responsabilidade”, disse Gisele.

Rejane transparecia satisfação em atuar como defensora e teria enfrentado os desafios da vida com dignidade, alegria e fé em Deus, reforçou. “Mesmo nos momentos mais difíceis não se deixou abater, fazendo questão de manter-se ativa até o fim de sua caminhada nesse plano. E como disse a defensora Alessandra Maria Ezaki, tenho certeza que onde quer que ela esteja, está feliz, porque ela era do bem e merece essa felicidade. Saudades eternas, minha amiga querida”, emocionou-se a segunda subdefensora.

O filho de Rejane, Gabriel, que representou a família na cerimônia, agradeceu a homenagem e reforçou que a ocasião era de felicidade e que trabalhar como defensora pública foi a realização profissional da vida de sua mãe. 

“A Defensoria mudou a vida dela e a minha. Agradeço imensamente o que a Defensoria fez, pois essa Instituição glorificou a passagem dela na terra. Hoje, só posso agradecer pois a minha mãe me ensinou a nunca fraquejar ou me fazer de coitado. Essa fortaleza e força foi o que ela me deixou e hoje, eu não poderia ter postura diferente”, afirmou Gabriel.

A decisão de prestar homenagem à defensora foi tomada pela Administração Superior, após a sugestão ter sido aprovada no Conselho Superior do órgão. O auditório foi reinaugurado após receber pintura, troca de carpete e um painel com o nome da Instituição no palco.