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Defensoria Pública define calendário estratégico de ações administrativas e financeiras para reta final de 2021 e início de 2022

Em reunião na sede da DPMT, na sexta-feira passada (dia 15), com a participação dos servidores do órgão, sob a coordenação do primeiro subdefensor público-geral, Rogério Borges Freitas, foi definido o calendário de atividades estratégicas no âmbito administrativo, orçamentário e financeiro para o fim do ano atual e início de 2022
Alexandre Guimarães | Assessoria de Imprensa/DPMT

- Foto por: Bruno Cidade/DPMT
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Na última sexta-feira (15), às 12h15, o primeiro subdefensor público-geral, Rogério Borges Freitas, em reunião com os servidores no auditório Rejane Iara Snidarsis, na sede do órgão, no Centro Político Administrativo da capital, definiu o calendário estratégico de atividades administrativas e financeiras para a reta final do ano atual e para o início de 2022.

“Foi uma reunião rápida de trabalho, de alinhamento das ações. A partir de segunda-feira (hoje), temos apenas 40 dias úteis para o encerramento do ano 2021 em relação à atividade administrativa, orçamentária e financeira”, destacou Freitas.

O primeiro subdefensor público-geral explicou que o Governo do Estado publicou um decreto no mesmo dia (15) limitando e impondo datas para o empenho de despesas.

“Até dia 30 de novembro, despesas como diárias, adiantamentos, os contratos em geral, têm que estar todos empenhados. Se não estiver, tenho que inscrever em restos a pagar para 2022”, revelou.

O objetivo é que todos os servidores façam um pente-fino nos processos administrativos no sistema Coplan, organizem as respectivas mesas, gerências, e deem andamento aos procedimentos, priorizando aqueles que estão “parados” no setor há mais de 60 dias.

“Porque aí consigo fazer um filtro do que é prioridade, do que tem que ser decidido ainda em 2021 e o que fica para 2022. Parece que está longe, mas não está não, 40 dias é pouco tempo. Vou circular uma comunicação interna informando esses prazos para que todo mundo se programe no pedido de diária, adiantamento, preste contas dentro do prazo, até o dia 10 de dezembro”, detalhou.

De acordo com Freitas, existe uma espécie de vácuo do dia 30 de novembro de 2021 ao dia 1º de fevereiro de 2022, quando começa o ano financeiro. “Não tem como fazer despesa. É um período difícil para nós, por isso tudo tem que ser pensado com muita antecedência e bastante estratégia”, ressaltou.

A avaliação dos servidores é de que a reunião foi bastante proveitosa. “Considerando que estamos chegando ao fim do exercício financeiro de 2021, a reunião foi extremamente relevante, principalmente para informar quais procedimentos necessitam estar resolvidos ainda neste exercício financeiro de 2021”, afirmou Larissa Arruda Pinho, assessora jurídica da Coordenadoria de Aquisições e Contratos (CAC).

Larissa destacou que a Administração Superior determinou “a organização da casa, em relação aos processos físicos e virtuais. Sendo criada, assim, até o final do ano, uma rotina e estratégia para estruturar os processos”.

Para Edvan Oládio da Silva, coordenador de Infraestrutura Física, a reunião foi muito importante e produtiva, pois as atividades do setor são desempenhadas em um curto espaço de tempo e foram repassadas informações administrativas referentes à conclusão do ano, tais como arquivamento de processos físicos, instruções sobre os procedimentos virtuais, entre outras.

“Com esta iniciativa, a Coordenadoria de Infraestrutura Física (CIF) consegue se planejar melhor e estabelecer quais processos devem ser concluídos ainda em 2021, em concordância com as prioridades da Administração Superior”, pontuou o analista arquiteto.