Defesensoria Pública do Estado de Mato Grosso

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Quinta, 05 Julho 2018 17:14 Última modificação em Quinta, 05 Julho 2018 17:19

Defensoria Pública abre sede administrativa na sexta e funciona em sistema de plantão nos núcleos

Escrito por  Márcia Oliveira

O expediente na Defensoria Pública de Mato Grosso na sexta-feira (5/7) será das 7h às 11h, na sede administrativa do órgão. Nos Núcleos do interior e da Capital a atuação será no sistema de plantão. O trabalho também será normal, no período da manhã, para aqueles defensores que tiverem audiências na Justiça.

A portaria com a medida foi encaminhada para a publicação nesta quinta-feira (5/7). No sistema de plantão são atendidos os casos de urgência e emergência, relacionados à saúde e prisão. Os plantonistas da área cível de Cuiabá e Várzea Grande atendem pelo telefone: 99243-8804. E os plantonistas da área criminal de Cuiabá podem ser acessados pelo telefone: 99245 2138 e os de Várzea Grande pelo telefone: 99806 3661.

CAPAIMG3321Evento - A defensora pública do Núcleo Criminal da Capital e integrante da Rede de Proteção a Pessoas em Situação de Violência de Cuiabá (RPPSV), Rosana Monteiro, coordena oficina de preenchimento de Ficha de Notificação de Violência Contra Moradores em Situação de Rua, para servidores da saúde e assistência social do município, na sexta-feira (6/7), no auditório da sede administrativa da Defensoria Pública de Mato Grosso, das 8h ao 12h.

A defensora informa que a notificação é uma recomendação do Ministério da Saúde. Mas em Cuiabá a pratica não é adotada, o que leva as autoridades públicas responsáveis por criar políticas para essa população a ignorarem as principais violências sofridas, suas formas, quais são os autores e outra informações que poderiam auxiliar na prevenção de casos.

Rosana lembra que durante a oficina, um painel sobre as violências sofridas pela população de rua será exposto, além da política nacional da população em situação de rua.
A oficina ofereceu 60 vagas, preenchidas na semana de abertura das inscrições. “A intenção é sensibilizar os profissionais desses dois setores, que têm contato direto com pessoas que estão vivendo nas ruas, para que, nos casos da vítima chegar para atendimento, apresentando relatos ou evidenciando ter sofrido violência, a ficha seja preenchida. Ter as informações é fundamental para que as práticas ilegais sejam coibidas e políticas públicas sejam elaboradas”, explica.

Márcia Oliveira
Assessoria de Imprensa

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